A greve dos caminhoneiros me rendeu uma foda rápido mas marcante

Olá pessoal, tudo bem ? Sou Fernando 49 anos casado e bissexual Bom vou narrar uma foda gostosa que eu tive com caminhoneiro na última greve
Realmente, a greve resulta em vários fatores para a população. A paralisação dos caminhoneiros, então, parou o país. E cá entre nós, tem uma nova geração de caminhoneiro que é de tirar o fôlego, mas voltando ao movimento. Foi no segundo dia de paralisação, estava retornando da capital para minha cidade Campinas já que o meu carro tem cilindro de gás e via pela rodovia filas e mais filas de caminhões estacionados.

Claro que reduzia a velocidade para admirar aqueles piratas do asfalto, cada um dentro de seu biotipo e perfil, alguns interessantes, outros nem tanto, enfim. Até que parei num posto de gasolina, para esticar as pernas e beber algo, já que ainda tinha muito chão pela frente. O posto estava um fervo de caminhoneiros, quase enfartei em ver tanto homem reunido num só lugar. O meu primeiro destino na parada foi me dirigir ao sanitário. Adentrando ao mesmo, deparei com alguns machos lá dentro mijando, falando em tom alto sobre o movimento, mas logo saíram e fiquei sozinho.

A minha mente já geou-grafa algumas fantasias deliciosas, só não sabia como executá-las. De repente, em meio a minha divagação, entra um cara moreno, músculos a mostra, pois vestia uma camiseta bem justa ao corpo e um jeans que o deixava bastante sensual, aparentava ter entre 25 a 30 anos.

Um cavanhaque desenhava sua face, demonstrando uma idade que não lhe pertencia, o sujeito era rústico e simplesmente lindo. Não contive um suspiro. Ele parou bem ao meu lado, foi logo abrindo seu zíper e expondo seu pênis para urinar. Passou uma toalha no rosto suado, lançou um olhar imediato para mim e perguntou o que estava achando da paralisação dos caminhoneiros. Fiquei em êxtase e a minha olhada foi imediata para aquela pica que apesar de mole, parecia ser grande e grossa. Ele então direcionou seu olhar para a sua piroca, olhou pra mim e deu um sorriso safado de canto de boca.

Alguns minutos gaguejei para responder a pergunta dele. Percebi que enquanto mijava, movimentava a pica de forma que a mesma ia enrijecendo diante dos meus olhos. Já estava em tempo de enfartar com o tamanho daquela jeba. Então ele perguntou se eu gostava. Fiquei em silêncio, olhei dentro dos olhos dele e afirmei que sim. Nisso, surgem outros caras da greve no banheiro, disfarcei que estava lavando a mão, ele gesticulou discretamente pra mim que entraria no reservado, vi pelo espelho.

O nervoso era tanto que estava gelado e o coração quase saltando pela boca. O banheiro voltou a esvaziar, ele já estava no reservado. Várias coisas passaram pela minha imaginação, mas me desfiz do medo, deixei a tentação me dominar e entrei no reservado. Ele passou o trinco, já foi pegando a minha mão e colocando em seu pau. Aquele cheiro de suor, misturando com urina naqueles pentelhos negros eram bem excitantes. Comecei a punheta-lo vagarosamente e olhar para seu rosto. De súbito, ele pegou a minha cabeça e beijou a minha boca. Caralho, não esperava nunca por aquilo. Foi um dos melhores beijos que eu levei em toda a minha vida. Depois, bem sorrateiramente ele disse: “Chupa”.

Atendi ao seu pedido, agachei naquele minúsculo reservado e passei a pagar um boquete inflado de desejo e tesão. Ele continha ao máximo o gemido do tesão que também sentia. Nisso, o banheiro voltou a ser movimentado. Queria parar de chupar, mas ele mandava continuar, segurando a minha cabeça e levando-a ao seu pau. Nossa que excitação. O banheiro ficou em silêncio, não havia mais ninguém. Somente eu e ele. Do nada, ele enfiou a mão em um dos bolsos do seu jeans, pegou uma carteira e tirou um preservativo. Entregou, ordenando que colocasse em seu pau, pois queria o meu cuzinho.

Fiquei apavorado, como suportar quase 23 cm de rola sem soltar um gemido de dor? Teria que ser muito valente. Mas ele insistiu e eu estava envolvido pela beleza, pelo odor daquele suor, por aquele porte rústico, por aquele homem simplesmente gostoso. Não fiz de rogado, rasguei a embalagem do preservativo, com todo cuidado coloquei naquela pica divina, joguei as mãos na parede e me posicionei para que ele encaixasse. Porém, antes, ele lubrificou com saliva, cuspia na mão e passava no meu rego.

Nossa, que doideira! Depois, enfiou um dos seus dedos grossos, tipo para arreganhar e preparar o terreno. Eu ia ao inferno e voltava. Que greve maravilhosa, que caminhoneiro era aquele. Em seguida ele me pegou com força pela cintura e bem devagar foi empurrando tudo em mim.

Não suportei tanta dor e iniciei um gemido. De repente, o banheiro foi invadido por mais pessoas, ele rapidamente me tapou a boca e continuou enfiando. As lágrimas me desciam, era uma mistura de dor, prazer, medo, tudo, mas ao mesmo tempo cedia aquela aventura. De súbito, alguém forçou a porta do reservado onde estávamos, nossa, gelei. Ele parou seu movimento e eu querendo que ele continuasse, apesar do temor, rebolava em sua pica e ele fazia gesto para que eu ficasse quieto.

Até que uma outra voz ecoou dizendo que o reservado devia estar trancado por está entupido ou algo parecido. Novamente, o silêncio pairou no banheiro e voltamos a nossa foda gostosa. Ele começou a dar alguns tapas em minhas nádegas e enfiar com força sua piroca. Estava num cio incontrolável. Percebi que acelerava seu movimento e soltava gemidos suaves. Eu também soltava alguns “ais” bem baixinhos, até que senti que ele ia gozar, eu também já estava a ponto de explodir, pois me masturbava com suas estocadas.

De repente, ele soltou um “porra” e comprimiu ainda mais a minha bunda em sua pica. Estávamos gozando feitos loucos. Rapidamente, ele se livrou da camisinha, abriu a porta do reservado e deu de cara com outro caminhoneiro que estava num reservado ao lado. Só ouvi quando ele foi perguntado se estava tudo bem. Então, o meu fornicador respondeu que estava bem pra caralho e saiu em seguida.

Ouvi o silêncio, achei que estava livre o caminho e abandonei o reservado também dei de cara com o mesmo caminhoneiro na pia lavando a mão, como se desconfiasse de algo. Ao me olhar pelo espelho, sorriu e me perguntou   também se estava tudo bem. Apenas esbocei um sorriso, fui para a pia ao seu lado lavar as mãos para me retirar daquele banheiro, ele simplesmente se afastou, ficou próximo a porta do reservado, apertando a piroca, se insinuando pra mim. Dei um outro sorriso e me dirigi para a porta de saída, foi quando ele sussurrou; “O dele é só 22 e meio o meu é bem mais interessante, quer ver?”
Que loucura mas infelizmente não ia conseguir mais rs .
Mas o amigo tirou uma fotinha pra mim guardar de recordação

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Meu primeiro caminhoneiro

A casa parecia um deserto de tédio e tesão acumulado. O tio Valdo precisou viajar para a capital para participar de uma feira de suprimentos para bares e restaurantes, buscando novos fornecedores para o boteco. Já o Antônio tinha pegado uma empreitada grande em uma cidade vizinha, onde ficaria responsável por coordenar a fundação de um novo condomínio; ele passaria a semana toda fora, dormindo no alojamento da obra. Antes de partirem, os dois se reuniram comigo no depósito e me deram uma ordem clara, selada com um tapa forte na minha bunda: eu deveria me comportar, focar nos estudos e, acima de tudo, não deixar nenhum outro macho tocar no meu corpo. Eles disseram que eu era propriedade exclusiva deles e que, na volta, confeririam se meu buraquinho continuava “sob controle”. Eu prometi que sim, mas conforme os dias passavam e o silêncio da noite chegava, as palavras do tio Valdo na minha primeira vez — de que eu tinha nascido para ser puta de macho — ecoavam mais forte que qualquer promessa.
Na terceira noite, meu corpo já não me obedecia mais. Eu passava a mão na minha bunda branquinha e lisa em frente ao espelho e sentia um vazio que só uma pica de verdade poderia preencher. O tesão era uma agonia física. Minha mãe estava dobrando o plantão no hospital e minha avó já estava no terceiro sono quando decidi que as ordens de Valdo e Antônio seriam quebradas. Vesti meu short jeans mais curto, aquele que desfiado na barra mostrava o início das minhas coxas, e uma camiseta colada que realçava minha pele clara. Saí em direção ao posto de gasolina na rodovia, um lugar onde o cheiro de óleo, diesel e testosterona pairava no ar como um convite ao pecado.
Fiquei escorado perto da loja de conveniência, fingindo mexer no celular, mas sempre atento ao movimento dos gigantes de aço que paravam ali. Foi quando um caminhão bitrem, imponente e sujo de poeira da estrada, encostou. De lá desceu um caminhoneiro. Ele era a definição de um coroa bruto: 46 anos, barba por fazer, braços grossos cobertos de pelos e uma barriguinha saliente de quem vivia de comida de restaurante de beira de estrada. Ele me notou no mesmo instante. Seus olhos pequenos e escuros brilharam de uma forma predatória. Ele comprou um café, voltou para o caminhão e, antes de subir, deu uma piscada lenta para mim. Era o sinal que eu precisava. Caminhei até a cabine com o coração na boca.
— Tá procurando carona, viadinho? Ou tá querendo ver se aguenta a carga de um caminhoneiro? — ele perguntou, com uma voz rouca que me fez estremecer.

— Eu não quero carona, tio. Eu quero é ver se tem algum caminhoneiro que dê conta de um viadinho que tá morrendo de fome de pica — respondi, já perdendo a inibição e subindo o primeiro degrau, deixando que ele visse bem o meu rosto de menino e o brilho de safadeza nos meus olhos azuis.
Ele deu uma risada curta, me puxou para dentro e trancou a porta. O espaço da cabine era um templo de masculinidade. Nesse momento ele me disse seu nome e eu disse o meu, seu nome era Valdir. Ele não perdeu tempo com delicadezas. Sentou no banco do motorista e me puxou para o seu colo, me fazendo sentir o volume entre as suas pernas.
— Que coisa linda você é, Jeffinho. Branquinho, cheiroso… tô até em dúvida se você aguenta o tranco de um homem de verdade — ele disse, enquanto sua mãozona calejada descia por dentro do meu short.

— O senhor vai se surpreender. Eu já tive bons professores — sussurrei, abrindo o zíper da calça dele e libertando um monstro escuro e pulsante que mal cabia na minha mão.
Eu me ajoelhei entre os bancos e comecei o meu trabalho. Usei toda a experiência que ganhei com o Valdo e o Antônio, engolindo aquela pica de 20cm, que se parecia muito com a de Antônio com a diferença de ter uma cabeça mais avantajada. Mamei até o talo, fazendo movimentos circulares com a língua e olhando nos olhos dele enquanto eu engasgava propositalmente.

— Caralho, moleque! Onde você aprendeu a mamar assim? Você tem uma boca de veludo que parece profissional, porra! Nem puta de estrada consegue fazer gostoso desse jeito — Valdir exclamava, enterrando os dedos nos meus cabelos e forçando a cabeça da pica contra a minha garganta. Ele estava chocado com a minha performance; para um “novinho” daquela idade, eu agia como uma cadelinha veterana da estrada.
Não demorou para ele querer provar o resto. Valdir me jogou no leito atrás dos bancos, me deixando de quatro com a bunda empinada para o espelho lateral. “O Valdo e o Antônio que me desculpem” — pensei, enquanto sentia o Valdir passar um óleo de pele que ele tinha ali para lubrificar o meu buraquinho. Ele posicionou a cabeça daquela trolha e deu a primeira estocada. Eu gritei abafado, sentindo o meu cuzinho esticar ao limite, mas logo o prazer me dominou.

— Olha como esse rabo aceita a rola! Você é uma putinha de luxo, Jeffinho! Como é que um guri desse tamanho já tem o cu tão treinado? — ele rosnava, metendo fundo e rápido, fazendo a cabine balançar.
Mudamos de posição. Ele me deitou de costas, puxou minhas pernas até meus joelhos tocarem meus ombros e continuou o arrombamento com uma visão privilegiada da minha cara de delírio.

— Você é elástico, garoto! Parece que nasceu pra ser preenchido por pica de coroa — ele elogiava, enquanto me dava tapas estalados na minha bunda que me deixavam ainda mais excitado. Eu rebolava com uma vontade insana, pedindo por mais, sentindo que aquele caminhoneiro estava despertando em mim uma faceta ainda mais devassa.
Por fim, ele me sentou sobre ele, de frente, para que eu pudesse controlar a profundidade. Eu cavalgava naquele mastro com um vigor que o deixou exausto.

— Você é um monstro, Jeffinho… a melhor foda que eu já tive em vinte anos de estrada — ele disse, segundos antes de atingir o ápice.
Ele me segurou com força e descarregou uma quantidade absurda de leite
quente dentro de mim, me fazendo gozar simultaneamente, apenas pela fricção e pelo prazer de ser usado daquela forma. Ficamos ali, suados e ofegantes, em meio ao cheiro de óleo e pecado. Eu sabia que tinha quebrado a promessa, mas sentindo o sêmen de Valdir escorrer pelas minhas pernas, eu só conseguia pensar em quando seria a próxima vez.

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Foto Feito por IA

Caminhoneiro gordinho

Antes de iniciar o relato, devo dizer que tenho o maior tesão em gordos. Sendo caminhoneiro, então, a coisa fica melhor ainda. Tenho 52 anos, sou grisalho, tenho 1,78 m e peso 84 kg. Branco, discreto.
Estava pedalando em uma tarde de sábado e resolvi passar próximo a um posto de gasolina. Quando estava chegando, vi um caminhoneiro sentado, tomando uma cerveja ao lado do caminhão. Resolvi entrar no estacionamento e, quando dei a volta, vi que ele levantou para pegar outra cerveja e ficou olhando em minha direção. Então resolvi me aproximar.
Dei boa tarde. Ele respondeu e já me ofereceu uma cerveja. Agradeci e disse que não queria. Ele perguntou se eu estava dando uma pedalada. Falei que sim, que gostava de pedalar. Nisso me sentei próximo a ele, encostado na bicicleta, e ficamos conversando banalidades. Ele me contou que era do interior de SP, mas que viajava pelo Brasil inteiro.
Em certo momento disse que ia mijar. Fiquei observando: ele foi até a traseira do caminhão e, de costas para mim, urinou e voltou.
Fiquei bastante excitado, mas ainda achei precipitado qualquer reação, então fiquei na minha. Depois resolvi eu mesmo ir urinar e fiquei observando se ele olhava, mas ele não olhou. Voltei e comecei a puxar conversa novamente. Perguntei como ele fazia para se aliviar nas viagens. Ele respondeu que geralmente se virava sozinho, batendo uma punheta.
Nesse momento resolvi arriscar. Olhei para ele e perguntei se ele curtia alguma coisa. Ele disse que dependia, mas comentou que gostava de ser mamado, falei que por mim tudo bem, foi quando ele disse: “Demorou”, levantou e me chamou para entrar no caminhão.
Entramos. Ele já estava sem camisa. Detalhe: ele tem 44 anos, é branco, deve ter cerca de 1,72 m e pesar entre 110 e 120 kg, com barriguinha e bastante pelos, uma delícia de urso.
Ao entrarmos, ele já estava tirando o short e a cueca, ainda estava mole, mas logo cresceu e pude observar que se tratava de um pau médio, mas bem grossinho. Nisso ele gemia, dizia que estava uma delícia, aí resolvi colocar um dedo no rabinho branco dele, ele ficou mais excitado ainda, depois de um tempo, ele disse que precisava parar porque não havia tomado banho. Mais um pouco e ele gozou gostoso. Conversamos mais um pouco e ele me perguntou se eu gostava de chupar um cuzinho, falei que sim, em seguida, ele comentou que na próxima vez gostaria que eu lambesse seu cuzinho e comece ele, pois tinha curiosidade de experimentar novas sensações.
Após dois meses do nosso primeiro encontro, ele me mandou mensagem que estava vindo à minha região, perguntou se queria encontrar com ele, e claro que falei que sim, ficou de chegar na quinta, mas teve problemas na viagem e foi chegar no sábado.


Logo que chegou, me mandou mensagem, tomei banho e fui pegar ele no mesmo Posto de Gasolina, era por volta das 20 horas. Chegando lá, estacionei e mandei mensagem, ele veio até o carro, estava de bermuda e camisa polo, banho tomado, e muito simpático, me cumprimentou e fomos ao motel. Chegando lá, logo que entramos, fui tirando a roupa e já estava de pau duro, pois vi ele se despindo, ficou de cueca box e falei que ira ao banheiro, quando voltou, me aproximei e ele tirou a cueca, nos abraçamos, e para minha surpresa ele me beijou, muito gostoso, beijo bem molhado, demorado e me surpreendeu outra vez, quando abaixou ficou de joelhos e começou a chupar meu pau.

Uma delícia de mamada, aquele urso gordo, másculo, mamando e perguntou se eu estava gostando, claro que estava adorando, meu pau explodindo de duro. Nisso, ele levantou e deixou na cama, ai resolvi retribuir a mamada, fui chupando ele e aproveitei para fazer o que ele queria, lamber o cuzinho dele. Foi ao delírio e se virou ficando de 4 na cama, um rabão lindo, branquinho, o cuzinho rosado, lambi muito e ele dizia que eu era um safado, que iria arrombar o cuzinho dele, que tava uma delícia, que eu era muito gostoso. Nisso, resolvi colocar a camisinha e amaciar um pouco o cuzinho dele, pediu para ir devagar, ai comecei massagear com lubrificante e o dedo e ele foi relaxando, até que coloquei só a cabeça, ele pediu pra ficar assim por um tempo, depois comecei me provocar, pedindo para eu fuder ele, encher um cu dele de porra, que eu era um safado gostoso, que iria arrebentar o cuzinho dele.
Quando eu estava quase gozando, falei que iria gozar e ele pediu para meter até o fim, nisso aumentei o ritmo e meti tudo, até que explodi em um gozo delicioso, naquele rabão gostoso do meu caminhoneiro gordo. Enchi a camisinha de porra, uma delícia.
Ele disse que ia tomar banho e quando voltou bati uma para ele, até gozar gostoso. Disse que tinha gostado muito da nossa transa, e sempre que viesse por aqui, iria me avisar para repetirmos. Espero que não demore!

No box com o caminhoneiro

Meu nome é Marcos, sou um cara tranquilo, tenho 1,72 de altura, por volta de 70kg, corpo normal, no que se diz respeito a minha aparência sempre fui normal, vou narrar um evento que ocorreu no dia 24/12, esse pra mim foi o maior presente de natal que recebi. Fui para a casa da parentes passar o natal, como minha família é um tanto numerosa sempre ocorre de faltar alguma coisa e termos que ir comprar, o processo em questão é que acabou a cerveja e como eu fui o que menos bebeu coube a minha ir procurar mais, depois de rodar quase toda a cidade encontrei uma loja de conveniência em um posto mais afastado da cidade ainda aberto, cheguei no local e estacionei o carro e desci, ao ir em direção ao posto comprar cerveja vi um caminhoneiro descendo do caminhão, ele era um dos poucos que estavam lá, ao descer sem camisa senti uma porrada de tesão no meu corpo, aquele homem era meu sonho, devia ter 1,80 parecia ter uns 100kgs, todo peludo, tinha uma barba grossa, estilo paizão e usava uma bermuda de tactel branca e o ponto que me deixou fraco, a rola grossa estava marcando na bermuda, eu não conseguia mais tirar o olho daquele homem tamanho foi meu fascínio, ele veio em minha direção e meu coração começou a acelerar, eu não sabia se olhava para o corpo peludo ou aquela vara marcando a bermuda.

  • Boa noite! – disse ele passando por mim, sua voz era grave, grossa e para minha fraqueza ele deu uma apertada naquela vara.
  • Boa noite! – respondi tentando manter a firmeza, mas minha voz já estava falha devido a ausência de saliva em minha boca. Eu precisava seguir aquele homem.
    Eu o segui até o banheiro, mas ao chegar próximo vi que o banheiro era apenas para clientes, aquilo me deixou maluco, corri na loja, comprei o fardo de cerveja quente ainda e peguei a primeira que vi, depois me resolvia com meus parentes, chegando na fila tinha 5 pessoas na minha frente, eu estava ansioso, queria mandar todo mundo sair minha frente, eu precisava correr para aquele banheiro, cada centímetro do meu corpo tremia. Passado uns 10 minutos minha vez havia chegado, eu paguei a cerveja, peguei o comprovante sai correndo para o carro, guardei a cerveja e fui para o banheiro.
    Entrei, eu tremia mais ainda, quando cheguei lá ele havia acabado o banho e estava apenas de cueca, sua cueca slip cinza estava muito surrada, mas eu via aquela mala pesada , aquilo me fez tremer muito mais, eu não queria olhar, mas havia um magnetismo grande, forte e impossível de resistir, ele deu uma pegada no pau dando uma abaixada na cueca, vi seus pentelhos pretos, aquele cheiro de homem estava me deixando alucinado, fingi que mijei no mictório, fui pra pia, ele entrou no box um pouco mais a minha direita, observei pelo espelho ele fechando a porta, aquele momento eu podia respirar um pouco mais, mas ainda sim meu coração tremia, acelerado, ele batia forte, qualquer um que colocasse a mão em mim iria sentir, lavei meu rosto e respirei, estava melhorando.
    Ele começou a abrir a porta lentamente, o box do banheiro era bem espaçado, olhei pelo canto de olho, ele deveria estar atrás da porta, mas então ele apareceu, completamente pelado, sua pica estava muito dura, apontando para o céu, era muito veiuda, seu sacão era pesado, seus pelos eram todos negros.
  • Vem cá viadinho, vou te dar o que você quer. – disse ele.
    Eu corri para o box, pouco me importava se me pegassem, eu queria aquele homem. Eu ajoelhei, senti aquela mão grande na minha cabeça, comecei a mamar, mamei como nunca havia mamado um homem em toda minha vida, aquele cheiro de macho entrava em meu nariz, eu estava ficando louco, ele me levantou, deu uma cuspida no dedo e passou no meu cuzinho, ele posicionou a pica na entrada do meu cuzinho.
  • E a… a… a… camisinha? – Gaguejei.
  • Eu tô sem aqui, você tem duas opções, meter comigo no pelo agora ou sair pra pegar capa e ai viadinho a oportunidade pode ir embora. – disse ele com a voz firme.
    Eu estremeci, eu queria agora, eu comecei a engolir o pau dele e então vozes entraram no banheiro e começaram a conversar.
  • Xiuu, aguenta calado vadia porque ai eles não vão ouvir, vai ter que engolir caladinho. – A vara dele começou a entrar, tive que me esforçar para não fazer barulho e então ele colocou a cueca que estava usando na minha cara, eu sentia aquele cheiro de macho, meu cu automaticamente abriu e então senti ele completamente dentro. As vozes lá dentro falavam e eu estava lá, com um mastro de uns 19cm enterrado no rabo, e então ele começou a meter, meu cu estava aberto, livre, desejoso que aquela vara nunca deixasse meu rabo, ele metia com mais intensidade, aquela mão no meu rabo e então ele abriu, leitou e eu gozei como nunca havia gozando antes, senti o pulsar daquela vara, ele me colocou para mamar o leite que saiu da sua pica, nisso o pessoal saiu, ele vestiu a bermuda.
  • Sua cueca aqui. – disse pra ele.
  • Fica com você putinha, uma lembrança do seu macho. – disse ele. Ele tomou outro banho e antes de sair deu um tapão na minha bunda.
    Eu fui pro carro, meu rabo estava cheio de leite, cheguei na casa dos meus parentes, cansado, naquela noite eu gozei de novo sentindo aquela cueca, infelizmente nunca mais encontrei aquele macho, uma pena.

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O coroa caminhoneiro

Só vou mudar meu nome, o resto é tudo real. Sou Paulo, tenho 26 anos, 1,77 m, 76 kg, cabelos, barba e olhos escuros, pele clara, beleza normal. Sou formado e faço pós-graduação.

Sinceramente, eu não gosto de contos longos, me cansam. Mas essa experiência merece os detalhes.

Aconteceu em 2021, eu tinha 22 anos. Eu faço faculdade em outro estado, e na época eu estava na graduação e, por conta da pandemia, fiquei na casa dos meus pais por uns meses. Por algumas questões que não vêm ao caso, eu tive que voltar para a cidade em que eu faço faculdade. Na época eu tinha acabado de tirar CNH e comprei uma moto, mas eu não tinha experiência e nem coragem de dirigir mais de 350 km de rodovia para levar a moto até a cidade em que eu moro. Então, uma amiga (que também queria trazer a moto dela) e eu fretamos um caminhão baú para trazermos as motos. Para aproveitar a viagem, eu perguntei à empresa se eu poderia vir junto no caminhão, porque eu economizaria a passagem, e disseram que sim.

No dia da viagem, um domingo bem cedinho, vieram dois caras, um rapaz de uns 38-40 anos e um senhor que tinha pelo menos uns 60. Eles amarraram bem as motos no baú do caminhão (um caminhão pequeno e bem novinho). Eu pensei que iríamos os três viajar, mas fomos só eu e o senhor que não lembro o nome, vou chamar de “Agenor” (não era o nome real, mas eu lembro dele e ele tinha cara de Agenor kkkkk). Bom, subimos no caminhão. Eu estava com uma roupa mais confortável para viajar: uma camiseta, um tênis meio velho e um short mais curto, até metade da coxa (eu tenho pernas bem bonitas). Iniciamos a viagem que iria durar entre 4 e 5 horas, e como eu tinha tomado remédio para enjoo, eu acordava e dormia várias vezes.

 Passadas umas 2 horas de viagem, já estávamos no outro estado, e uma das vezes que eu acordei, tive a impressão de que ele estava me olhando de um jeito diferente, mas eu relevei. Falamos amenidades, e eu dormi novamente. Passada mais uma meia hora, eu acordei e tive a mesma sensação, relevei novamente e ele puxou assunto. Ficamos um tempão conversando coisas aleatórias, sobre faculdade, sobre o clima, sobre os filhos e os netos deles, etc. Em certo momento, ele entrou num assunto sobre namoro, e eu disse que era solteiro, mas não falei nada sobre ser gay. Pensei: “Esse velho deve ser homofóbico, vai parar o caminhão e me bater”. Fiquei muito surpreso quando ele começou a falar que tinha acabado de terminar um relacionamento com um cara (eu: “??????”), que sofreu muito, etc. Fiquei realmente surpreso que ele namorava homem; ele já tinha falado dos filhos, etc. Mas enfim, além dessa surpresa, ele não falou nada demais, relatou que ele amava muito o cara, mas o cara era de outra cidade, então ele foi embora, e eles terminaram.

Passado mais um tempo de conversa, ABSOLUTAMENTE DO NADA, ele começou um papo bem estranho:

— ELE: Eu não deixo meu neto mexer no meu celular.

— EU: Tá certo, criança fica baixando joguinho e trava todo o celular.

— ELE: Nem é por isso, é que tem muito vídeo porno. — E me olhou com uma cara de safadeza.

 Eu simplesmente fiquei sem reação. Só naquele momento eu reparei no Agenor. Um homem entre 60 e 65 anos, cabelo branco, sem barba, olhos claros, magro e meio feio, tipo um velho que vai na feira e ninguém nota. O homem não tinha nada de atraente e eu pensava “socorro, o que esse velho quer?”, mas, claro, já sabendo onde ele queria chegar, eu não era ingênuo. Enfim, para desconversar, eu só falei:

 — EU: Nossa, complicado, tem que tomar cuidado.

— ELE CONTINUOU: Lá tem vídeo de tudo que é jeito, mas eu gosto mais de vídeo de novinho, assim igual a você.

Eu gelei, fiquei nervoso e meio em êxtase, porque sabia o que ele queria. Mas eu sempre fui meio careta, nada de aventura. Eu desconversei e falei de outras coisas e acabei cochilando de novo, e acabei sonhando com a situação, e sonhei com a situação. Quando deu mais uns 20 minutos, eu acordei e estava sentindo meu pau latejar, estava muito duro, e como eu estava de shortinho, estava nítido. Dei uma ajeitada no pau e, quando olho pro lado, ele tá lá, mexendo no pau por cima da roupa e me olhando. O pau dele tava duraço, era um volume considerável Eu fiquei muito nervoso, não sabia o que fazer e fiquei mudo olhando pra frente.

Passados mais uns 10 minutos (que pareciam 1 hora), ele fala:

 — ELE: Preciso mijar, vou parar o caminhão no acostamento.

— EU: Ok.

 Ele encosta o caminhão, vai por trás e fica do lado do caminhão que eu estava sentado. Quando eu olho no retrovisor, ele lá atrás, bem longe, abre a calça e começa a mijar. Tava meio longe, mas parecia que o pau dele era grande, e eu fiquei de pau duro novamente.

Ele voltou para o caminhão e sentou, com o pau marcando a roupa. Eu estava alucinado, pensando mil coisas; meu subconsciente queria muito ver aquele pau de perto, mas eu me contive, e ele seguiu viagem.

 Passados mais uns 20 minutos, um silêncio no caminhão, eu olhando pra frente e só pensava comigo mesmo: “Você é burro, seu maior fetiche é coroa e caminhoneiro, e tem um coroa caminhoneiro aqui te querendo e você está desperdiçando essa chance”.

Do nada, num pico de adrenalina, não sei de onde tirei coragem, tremendo muito, eu falei:

— EU: Sabia que eu tenho um sonho de mamar um caminhoneiro enquanto dirige?

Olhei pra ele e ele ficou mudo, muito surpreso, porque eu até ali estava na defensiva. Ele ficou me olhando.

— EU: Vamos fazer uma brincadeira?

— ELE: Como assim?

— EU: Eu vou fechar os olhos e contar até 10. Você pode pegar minha mão e fazer o que quiser. — Eu não sei de onde tirei isso, e nem de onde tirei coragem para falar isso.

Eu olhei para ele, e ele estava muito surpreso. Fechei os olhos e comecei:

– EU: 1, 2, 3, …

Quando eu estava no 8, eu pensei: “Ele não vai fazer nada”. Então sinto ele pegar na minha mão e me guiar até perto dele, e então eu senti aquele pau quente na minha mão. Quando cheguei no 10, abri o olho e pude ver: um pau grande, uns 19 cm, bem retinho e com uma cabeça bem marcada, um saco caído e cheio de pelos brancos (eu fiquei louco, eu amo saco grande e peludo). Ai eu entendi por que ele tinha “demorado”, ele tinha abaixado as calças até o joelho.

 Eu me inclinei pro lado dele e comecei a bater uma punheta pra ele; o pau dele estava explodindo de duro. Então, sem falar nada, debrucei-me no banco, cheguei bem perto, e eu não sei se é porque ele era velho, mas tinha um cheiro de macho que eu fiquei doido. O pau dele estava babando, dei uma lambida de leve na cabeça da pica (ele soltou um gemido), eu não resisti e coloquei de uma vez aquele pauzão na boca e comecei a mamar (é o que eu faço de melhor) e ele ficou louco, colocou a mão na minha cabeça e se transformou de um senhor com cara de bobo num coroa putão:

 — ELE: Isso, mama seu viadinho. Tava fazendo cu doce, mas era isso que você queria, né?! Engole esse pau.

— EU: Uhum. — Eu não estava acreditando que estava mamando um caminhoneiro, meu sonho já estava se realizando.
 
Comecei a sentir o caminhão diminuir a velocidade até parar. Eu levantei e dei uma olhada; tínhamos parado no acostamento no meio do nada. Cheio de mato em volta, ele falou:

— ELE: Agora vamos ali na boleia, eu quero dar uma olhada nesse rabo.
 
Eu achando que só ia ficar na mamada, já estava tomado pelo tesão e só fui. Passei pelo meio do banco e sentei na cama que fica atrás do banco e já fui tirando a roupa. Ele veio e começou a tirar a roupa também e me mandou ficar de quatro. Eu fiquei e comecei a sentir as mãos dele passando na minha bunda; de repente, sinto um tapão em um lado da bunda.

 — ELE: Eu vou arregaçar esse cuzinho.

— EU (com a voz mais mansa): Vai com cuidado, por favor, eu não dou há muito tempo.

— ELE: Foi você que começou, você pediu pica, vai ter pica.

— ELE: Agora vai ser assim, eu mando e você me obedece. Você vai ser minha putinha e eu o seu macho. Entendeu?

— EU (meio surpreso, mas doido naquele homem): Sim…

Ele me deu outro tapa, mais forte. ELE: Sim, senhor!

— EU: Sim, senhor.

 Senti ele abrir minha bunda e veio a linguada, pqp, macho experiente é outra coisa, eu me sentia no céu, ele estava devorando meu cuzinho.

 — ELE: Não tenho lubrificante, você vai deixar a pica do seu macho bem babada pra deslizar gostoso nesse cuzinho.

— EU: Sim, senhor!

Ele deitou na cama e me pediu pra ir em cima dele ao contrário Sentei na cara dele e ele já estava com a língua de fora esperando meu cuzinho. Eu abaixei e comecei a engolir aquele pica. Como eu amo pelos, eu lambia os pelos, colocava as duas bolas na boca e chupava, voltava pro pau e mamava muito.

Eu, que já não estava aguentando de tesão, falei:

 — EU: Meu macho, me come, por favor.

— ELE: Agora, putinha.

 Me virou de bruços, veio por cima, deu umas pinceladas com a cabeça do pau na portinha do meu cuzinho, que estava todo babado, e foi de uma vez, atolou a pica toda no meu cuzinho. No começo eu vi estrela e tentei sair, mas ele me segurou:

 — ELE: Não queria pica, viadinho?! Toma, pica!

— ELE: Rebola pra relaxar o cuzinho.

Eu comecei a rebolar e ele começou um vai e vem. Quando eu percebi, já estava relaxado e ele começou a bombar, e eu queria entender de onde que um coroa de mais de 60 anos tinha tanta energia.

Com a pica encaixada no meu cu, ele me colocou de quatro e começou a bombar novamente; meu pau babava muito de tanto tesão. E ele:

 — ELE: Que cuzinho mais macio que essa putinha tem.

— EU: Mete forte, meu macho, arromba tua putinha.

— ELE: Seu viadinho, tá amando minha pica, ficou disfarçando e olha aqui, tá de quatro pra mim.

— EU: Eu não consegui resistir, mete gostoso.

— ELE: Você é uma puta obediente, vou deixar você escolher: quer leite no rabo ou na boquinha?

— EU: Goza dentro do meu cuzinho, por favor!!!!

Depois de um tempinho, ele acelerou as estocadas e estava gemendo mais alto.

— ELE: Toma, putinha, leitinho do seu macho.

E eu senti meu cuzinho ficar mais quente e macio e eu gozei sem tocar no meu pau. Ele começou a bater o leitinho dentro do meu cu e começou a espumar; o pau dele ainda estava duraço. Então ele tirou o pau do meu cuzinho e falou:

 — ELE: Não quero uma gota de porra no meu pau.

 Eu entendi e comecei a lamber aquele leite que já estava todo espumado, enquanto ele estava vendo com os dedos o estrago que fez no meu cuzinho, entraram três dedos com muita facilidade. Eu deixei o pau dele lustrado e fiquei pensando na insanidade do que eu tinha feito, mas estava me sentindo realizado.

 Depois disso, nós colocamos a roupa, tomamos uma água e seguimos viagem mudos. Chegamos na cidade e descarregamos as motos. Ele foi embora e nunca mais ouvi falar dele.

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Dei pro Caminhoneiro

Olá me chamou Lucas, tenho 30 anos e sou do Butantã SP.
Era sexta feira a noite e entrei no bate papo UOL pra ver se eu arranjava algo. Eu tava cheio de tesão, doido pra dar. Usava o Nick: Viadinho Obediente. Não demorou muito para os caras ativos começarem a me chamar, mas um me chamou a atenção, com o Nick: Caminhoneiro Hétero. Começamos a conversar e ele disse que tava doido pra gozar, que queria uma putinha pra socar a rola, mas que queria uma mulher, ele disse que nunca tinha comido um viadinho. Perguntei para ele se ele não queria experimentar, ele se fez desentendido, disse que o pai não ia subir, mas conversando comecei a atiçar ele. Mandei meu whatsapp, fizemos uma chamada de vídeo, ele era gato de mais. Bem estilo MACHÃO. Negro, alto, forte, cabeça raspada e uma rola enorme, uns 20 cm e muito grossa, fiquei imaginando, como seria dar pra ele.
Mostrei meu cuzinho liso pra ele, foi ai que eu ele me deu uma chance, disse que se eu usava sutiã e calcinha e batom me fazia de puta e me mostrava o que era um MACHO de verdade. Ele estava numa rua no centro de Osasco. Uma rua que tem bastante empresas e os caminhoneiros ficam estacionados por lá. Ele passou o endereço e a placa do caminhão e fui encontrar ele. Aproveitei que era no centro de Osasco para comprar sutiã e calcinha e um batom. Eu nunca tinha usado e nem tinha batom, mas o tesão era tanto que aceitei. Chegando lá estacionado logo na frente do caminhão e coloquei o sutiã a calcinha e passei o batom. Vesti minhas roupas por cima e sai do carro. Ele abriu a janela da porta do motorista me olhou meio sem graça, e começou a falar uma safadezas. Perguntei se ele ia me deixar na rua ou se ia me chamar pra entrar no caminhão. Ele riu bastante e falou: Entra aqui sua vagabunda! Quando entrei ele estava sem camisa, com uma bermuda jeans com o botão aberto e zíper pela metade. Ele era mais bonito pessoalmente, tinha uns 40 anos e usava aliança, o que mostrava que era casado. Tentei puxar assunto perguntando se era casado e ele respondeu: Cala boca, veio aqui pra fuder ou pra conversar. O jeitão de macho e a arrogância me deixaram doido. Me amarro nessa brutalidade. Aí ele perguntou se eu estava usando sutiã e calcinha. Disse que sim e ele pediu para eu tirar a roupa. Quando tirei ele me puxou pelo cabelo com bastante brutalidade e me beijou de forma agressiva. Ele enfiava a língua na minha boca, e mídia meus lábios, até chegou a machucar, mas eu gostei. Foi quando ele começou e enfiar o dedo no meu cuzinho. E ficamos assim por uns minutos, depois disso ele tirou a bermuda, e me botou pra mamar, tudo de forma bruta, comecei a engasgar e ele dizia não vai vomitar dentro do meu caminhão e em mim se não apanha. Fiz um esforço para não engasgar, mas ele não queria só uma chupada, queria o pau dele na minha garganta. Disse que precisava respirar, ele disse que meu Nick era viadinho obediente, e que era pra eu obedecer ele. Me deu uns tapas na cara me deu outro beijo beijo de língua da, e me botou pra mamar de novo, sempre empurrando minha cabeça, até o final do pau dele fazendo eu engasgar. Ele tava me dominando, ele ficava me chamando e de vagabunda, ordinária, fdp, e ficamos assim por alguns minutos. Foi ai que eu disse que iria me arregaçar, o questão aqui é que o pau dele era muito, muito , mas muito grosso. E fazia meses que eu não dava. Falei isso pra ele ele disse que tava pouco ligando e que eu teria que aguentar. A posição era um pouco desconfortável dentro do caminhão, já que não tinha tanto espaço. Mas ele deu um jeito me colou que quadro, puxou a calcinha tentando rasgar, mas só esgarçou e com dificuldade enfiou o pau do meu cú. Ele não gostou muito, do cuzinho estar apertado, deu um pouco de trabalho pra entrar, mas de pois que entrou ele começou a socar forte, sem dó. Senti bastante dor. Mas o prazer era maior. Ele pedia pra eu gemer, sempre me xingando, estava tapas na minha bunda e socos na minha costela. Tava sentindo tanta dor, que peguei a cueca dele pra colocar no boca e morder. Ele dizia que demorava pra gozar, eu já estava, virando o olho. Ele socava com força e velocidade. Ficamos assim, por um bom tempo, era parava por alguns segundos todo suado, e depois continuava. Fiquei pensando que sorte a mulher dele tem de ter um homem desses. Isso era um Macho de verdade. Foi quando ele falou que iria gozar, tirou o pau do meu cú e disse queria gozar na minha boca, pedido pra eu abrir a boca e me segurou pelo queixo e começou a a se masturbar, ELE GOZOU MUITO, Eu não queria engolir, mas ele começou e me dar tapas na cara e fala para eu engolir, foi a melhor decisão, tava uma delícia. Quando terminou eu fiquei chupando ele, mas um pouco, só que agora mais devagar e do meu jeito. Eu sugava o pau dele, principalmente e cabeça, e sem esquecer das bolas. Estávamos muito suados, eu via aquele homem daquele tamanho pelado e todo suado e eu ficava doido. Aí ele mandou eu me vestir descer do caminhão, pedi para ficar com a cueca dele. Ele.disse: Pega logo e vaza daqui. Desci do caminhão voltei pro meu carro, mas eu ainda estava com tesão, pois eu não tinha gozado. Mas voltei pra casa e mandei mensagem para ele, perguntei se a gente podia se ver de novo e ele disse que me chamaria no whatsapp no whatsapp quando visse pra SP. Na semana passada ele me pediu pra enviar uma foto temporária pra ele com a cueca dele na boca. Ele mandou um vídeo batendo uma no banho.
Mas naquele mesmo dia, como falei eu não tinha gozado e ai da estação com tesão, entrei no bate papo uol novamente para ver se arranjava mais alguém, e arranjei.

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O Caminhoneiro dotado do Chat UOL judiou

O que vou contar aconteceu num domingo de madrugada. Estava no chat uol com o nick Macho Chupa e o nick caminhoneiro22cm me chamou com uma mensagem: ‘só chupa ou dá tbm?’… disse que fazia tempo que não dava, mas que sempre tive vontade de conhecer a boleia de um caminhão e servir ao motorista… então, para encurtar o conto, ele me passou a rua e o modelo do caminhão que estava… mas, antes me disse que tinha um pau grande e perguntou se eu aguentava… bem, fazia tempo que não dava, disse a ele que se por acaso não aguentasse, poderia chupar seu pau até ele gozar, o que eu não curto muito, mas… ele concordou… e, disse que metia sem camisinha, pois as camisinhas apertavam… eu nunca dei e jamais vou dar sem camisinha, então disse a ele que passaria na farmácia e compraria uma camisinha XXL… e, foi o que fiz, a caminho da rua que ele mencionou passei na farmácia e comprei a camisinha grande… chegando lá, ele estava ao lado do caminhão, um homem grande, uns 60 anos, de bermuda e camisa regata… me apresentei e ele entrou no caminhão fazendo um sinal para eu entrar pela porta do carona… ao subir ele já estava na parte de trás dos bancos, tinha tirado a bermuda e estava masturbando o maior pau que já vi na minha vida (foto). Nossa, me surpreendi, um pau grosso com 22 cm… peguei esse pau e comecei a lamber, ao tentar mamar não coube na minha boca… mas, segui chupando e lambendo aquele mastro até que ele pediu para que eu ficasse de costas e tirasse a minha roupa. Fiz o que ele mandou, então ele se deitou sobre meu corpo e eu senti aquele pau enorme roçar minha bunda e meu cusinho, que estava piscando… como eu percebi que ele estava afim de meter sem camisinha, rapidamente me desvencilhei e peguei as camisinhas para encapar aquele mastro… a camisinha serviu perfeitamente, então pedi a ele que fosse devagar e aos poucos ele foi forçando a entrada, confesso que sofri demais a cada investida que ele dava, sentia que estava rasgando o meu cu, com aquele pau imenso… várias vezes ele parou e eu lubrificava com gel para facilitar a entrada e, sentia que estava cada vez mais arrombado, meu cu estava praticamente e totalmente dilatado, senti que podia colocar a mão inteira dentro dele… e, o caminhoneiro seguiu tentando enterrar o pau em mim, eu deitado de costas e ele apoiado nos joelhos me cobrindo com seu corpo peludo… e repente, quando senti que a cabeça entrou, ele soltou um gemido e eu tbm cheguei a tremer… então ele foi entrando, parecia que não acabava mais, até que ele parou, me disse que agora ia me dar uma surra de pica para eu jamais esquecer… e, foi o que fez, começou a socar aquele pau com muita força… nessa hora eu comecei a gozar sem encostar no pau, sendo sodomizado dentro daquele caminhão… acho que foram uns 10 minutos me arrombando, até que ele me pegou pela cintura e me virou por cima dele, ele deitou de costas e me segurava pela cintura com uma mão e pelo peito com o braço… eu estava completamente entregue e cominado por aquele macho, que não parou de meter… outra hora sigo…

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Dei pro Caminhoneiro

Olá me chamou Lucas, tenho 30 anos e sou do Butantã SP.
Era sexta feira a noite e entrei no bate papo UOL pra ver se eu arranjava algo. Eu tava cheio de tesão, doido pra dar. Usava o Nick: Viadinho Obediente. Não demorou muito para os caras ativos começarem a me chamar, mas um me chamou a atenção, com o Nick: Caminheiro Hétero. Começamos a conversar e ele disse que tava doido pra gozar, que queria uma putinha pra socar a rola, mas que queria uma mulher, ele disse que nunca tinha comido um viadinho. Perguntei para ele se ele não queria experimentar, ele se fez desentendido, disse que o pai não ia subir, mas conversando comecei a atiçar ele. Mandei meu whatsapp, fizemos uma chamada de vídeo, ele era gato de mais. Bem estilo MACHÃO. Negro, alto, forte, cabeça raspada e uma rola enorme, uns 20 cm e muito grossa, fiquei imaginando, como seria dar pra ele.
Mostrei meu cuzinho liso pra ele, foi ai que eu ele me deu uma chance, disse que se eu usava sutiã e calcinha e batom me fazia de puta e me mostrava o que era um MACHO de verdade. Ele estava numa rua no centro de Osasco. Uma rua que tem bastante empresas e os caminheiros ficam estacionados por lá. Ele passou o endereço e a placa do caminhão e fui encontrar ele. Aproveitei que era no centro de Osasco para comprar sutiã e calcinha e um batom. Eu nunca tinha usado e nem tinha batom, mas o tesão era tanto que aceitei. Chegando lá estacionado logo na frente do caminhão e coloquei o sutiã a calcinha e passei o batom. Vesti minhas roupas por cima e sai do carro. Ele abriu a janela da porta do motorista me olhou meio sem graça, e começou a falar uma safadezas. Perguntei se ele ia me deixar na rua ou se ia me chamar pra entrar no caminhão. Ele riu bastante e falou: Entra aqui sua vagabunda! Quando entrei ele estava sem camisa, com uma bermuda jeans com o botão aberto e ziper pela metade. Ele era mais bonito pessoalmente, tinha uns 40 anos e usava aliança, o que mostrava que era casado. Tentei puxar assunto perguntando se era casado e ele respondeu: Cala boca, veio aqui pra fuder ou pra conversar. O jeitão de macho e a arrogância me deixaram doido. Me amarro nessa brutalidade. Aí ele perguntou se eu estava usando sutiã e calcinha. Disse que sim e ele pediu para eu tirar a roupa. Quando tirei ele me puxou pelo cabelo com bastante brutalidade e me beijou de forma agressiva. Ele enfiava a língua na minha boca, e mídia meus lábios, até chegou a machucar, mas eu gostei. Foi quando ele começou e enfiar o dedo no meu cuzinho. E ficamos assim por uns minutos, depois disso ele tirou a bermuda, e me botou pra mamar, tudo de forma bruta, comecei a engasgar e ele dizia não vai vomitar dentro do meu caminhão e em mim se não apanha. Fiz um esforço para não engasgar, mas ele não queria só uma chupada, queria o pau dele na minha garganta. Disse que precisava respirar, ele disse que meu Nick era viadinho obediente, e que era pra eu obedecer ele. Me deu uns tapas na cara me deu outro beijo beijo de língua da, e me botou pra mamar de novo, sempre empurrando minha cabeça, até o final do pau dele fazendo eu engasgar. Ele tava me dominando, ele ficava me chamando e de vagabunda, ordinária, fdp, e ficamos assim por alguns minutos. Foi ai que eu disse que iria me arregaçar, o questão aqui é que o pau dele era muito, muito , mas muito grosso. E fazia meses que eu não dava. Falei isso pra ele ele disse que tava pouco ligando e que eu teria que aguentar. A posição era um pouco desconfortável dentro do caminhão, já que não tinha tanto espaço. Mas ele deu um jeito me colou que quadro, puxou a calcinha tentando rasgar, mas só esgarçou e com dificuldade enfiou o pau do meu cú. Ele não gostou muito, do cuzinho estar apertado, deu um pouco de trabalho pra entrar, mas de pois que entrou ele começou a socar forte, sem dó. Senti bastante dor. Mas o prazer era maior. Ele pedia pra eu gemer, sempre me xingando, estava tapas na minha bunda e socos na minha costela. Tava sentindo tanta dor, que peguei a cueca dele pra colocar no boca e morder. Ele dizia que demorava pra gozar, eu já estava, virando o olho. Ele socava com força e velocidade. Ficamos assim, por um bom tempo, era parava por alguns segundos todo suado, e depois continuava. Fiquei pensando que sorte a mulher dele tem de ter um homem desses. Isso era um Macho de verdade. Foi quando ele falou que iria gozar, tirou o pau do meu cú e disse queria gozar na minha boca, pedido pra eu abrir a boca e me segurou pelo queixo e começou a a ae masturbar, ELE GOZOU MUITO, Eu não queria engolir, mas ele começou e me dar tapas na cara e fala para eu engolir, foi a melhor decisão, tava uma delícia. Quando terminou eu fiquei chupando ele, mas um pouco, só que agora mais devagar e do meu jeito. Eu sugava o pau dele, principalmente e cabeça, e sem esquecer das bolas. Estávamos muito suados, eu via aquele homem daquele tamanho pelado e todo suado e eu ficava doido. Aí ele mandou eu me vestir descer do caminhão, pedi para ficar com a cueca dele. Ele.disse: Pega logo e vaza daqui. Desci do caminhão voltei pro meu carro, mas eu ainda estava com tesão, pois eu não tinha gozado. Mas voltei pra casa e mandei mensagem para ele, perguntei se a gente podia se ver de novo e ele disse que me chamaria no whatsapp no whatsapp quando visse pra SP. Na semana passada ele me pediu pra enviar uma foto temporária pra ele com a cueca dele na boca. Ele mandou um vídeo batendo uma no banho.
Mas naquele mesmo dia, como falei eu não tinha gozado e ai da estação com tesão, entrei no bate papo uol novamente para ver se arranjava mais alguém, e arranjei

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O CAMINHONEIRO DE RONDÔNIA

Oi gostosos! Como vocês estão?
Semana passada rolou uma putaria gostosa entre um caminhoneiro e eu aqui em casa.
Moro em Curitiba, sou urso gordo, alto, barba e cabelos curtos, peito e pernas peludos, 40tão, solteiro, passivo, bem rabudo e adoro uma pica durona no cú.
Tenho um perfil num site de classificados/anúncios, onde tem de tudo, desde compra e venda de imóveis até safados e safadas à procura de sexo.
Um dia desses recebi mensagem no meu email de um cara que dizia ter visto meu anúncio e ficou a fim de foder comigo.
Trocamos contato e passamos a conversar pelo whatsapp quase que diariamente.
Ele 50tão, em torno de 1,70 de altura, uns 80 kg, todo liso, careca, casado, com uma pica gostosa que ele disse ter quase 20 cm e relativamente grossa. É de Rondônia, caminhoneiro e está em Curitiba a um bom tempo acompanhando um trabalho.
Depois de vários dias conversando muita putaria, decidi chamá-lo pra vir até meu apto.
Final do dia, meio da semana, chego em casa, tomo um bom banho e fico à sua espera. Logo que ele chega aqui, o seu telefone toca. Era sua esposa.
Me sentei no sofá da sala em silêncio pra não dar bandeira e ele se aproxima, falando com a esposa e aponta para seu pau. Entendi o recado. Abri sua calça, desci até os joelhos junto com a cueca e ali na sala abocanhei a rola meia bomba, cheirosinha, lambendo e mamando com vontade. Olhava pra cima enquanto fazia um boquete caprichado nele. Ele quase nem respondia a esposa, só no “sim, não, entendo” e se segurando pra não gemer rsrsrsrs…
Assim que desligou o celular, me segurou pela cabeça, começando as bombadas. Seu pau já estava muito duro e começando a babar.
“Chupa gostoso esse pau vai puto. Você não queria pica? Toma ela nessa boca.”
Ele socava na minha boca o que conseguia e eu me engasgando naquele cacetão gemia e acariciava sua bunda, revezando entre mamadas e lambidas nas bolas lisas.
Levantei e chamei ele pro quarto.
Tiramos toda nossa roupa, me sentei na cama e voltei a mamar aquela tora dura que estava pulsando pra mim.
Depois dessa mamada, ele se deita peladão, abre suas pernas e me pede pra fazer um 69. Empinei meu bundão pra ele e, pra minha surpresa, ele veio direto pro meu pau. Como meu pau é pequeno, não teve dificuldade em engolir tudo. Eu gemia e mamava enquanto era mamado por aquele safado. Sua língua passava pelas minhas bolas e ia até meu cú, que piscava descontrolado de tesão.
Me levantei, ficando de joelhos na cama, ele entrou com a cabeça por baixo de mim e me lambia com fome. Eu já estava todo babado e punhetava sua pica enquanto recebia um banho de língua daquele macho.
Sem aguentar mais, peguei gel e camisinha, entreguei na mão dele, deitei na posição frango assado e senti seu dedo entrando em mim. Depois de amaciar o cú com 1 dedo, pedi pra ele meter 2. Ele ficou louco de tesão. Batia a pica na minha bunda e fodia meu cú com os dedos. Eu gemia olhando pra sua cara.
“Mete esse pauzão duro em mim vai. Tô louco pra dar pra você. Arrebenta esse bundão.”
“Vai ter que aguentar. Vou socar tudo e só tiro depois de aliviar as bolas nesse rabo gostoso.”
Então senti a cabeça forçando a entrada. Ele segurava firma a pica, metia a cabeça e tirava. O safado tinha as manhas de comer rabo. Sabia lacear e deixar o cú relaxado.
Ficou nessa uns minutos até que a pica foi entrando toda em mim.
Eu suava e gemia segurando minhas pernas bem abertas e ele vinha sem freio atolando aquele cacetão até sentir seu corpo colado no meu.
Deu um tempo e começou a bombar. Devagar no início, mas foi aumentando a velocidade à medida que eu dava sinal pra ele ir mais forte.
“Caralho. Que cú guloso puto. Tá engolindo minha vara todinha. Tô todo atolado em você safado.”
“Fode esse cú seu safado. Deixa ele todo arrombado.”
“Toma vadia. Aguenta que eu tô só começando. Não saio daqui enquanto não esvaziar meu saco nesse rabão.”
Eu já estava com meu pau babando de tanto tesão e ele me pede pra foder de 4. Tirou a rola, me ajoelhei e empinei o rabo pra ele. Sem nenhuma dificuldade o filho da puta enterrou a pica de uma vez, me fazendo gemer alto.
“Não pediu pra ser arrombado. Então aguenta. Vou socar assim, como se fosse uma buceta. E você não vai reclamar.”
“Soca. Pode deixar largo. Arrebenta esse cú que é isso que eu gosto.”
Não sei quanto tempo demorou com ele me comendo de 4, mas quando percebi ele já sem fôlego. Pedi que ele deitasse na cama pra eu cavalgar sua pica.
Deitou, picona latejando e apontada pra cima, fiquei de costas pra ele e sentei até o talo.
Rebolava gemendo e piscando meu cú enquanto ele acariciava minha bunda e minhas costas.
A pressão da rolona atolada em mim fazia meu pau babar e não me aguentei, numa punheta gostosa eu gozei forte, caindo deitado de bunda pra cima na cama. Sua pica, claro, escapou do meu bundão e ele, num movimento rápido, se levantou, veio pra cima e enterrou a rola de novo.
“Falei que só ia parar depois que EU gozar. Cala a boca e aguenta que tô quase gozando agora.”
“Goza safado. Quero sentir esse cacetão pulsar no meu cú.”
Eu ali deitado com ele deitado por cima, não tinha como escapar das metidas. Não demorou muito e ele mordiscando meu pescoço contrai todo seu corpo e finalmente goza.
“Tô gozando putão. Tô gozando dentro desse rabo seu puto.”
“Goza meu macho. Goza e alivia esse tesão dentro de mim.”
Gemendo forte ele gozou muito. Seu corpo suado por cima de mim, sua respiração ofegante no meu ouvido, meu cú todo arrombado e eu deitado sobre minha própria porra que melou todo meu lençol.
Aos poucos a rola foi amolecendo e escapou do cú. Ele rolou pro lado, tirou a camisinha e vi que estava cheia de porra.
Tirei sua camisinha, dei um nó, joguei pro lado e ficamos uns minutos na cama recuperando as forças até ele se levantar, tomar uma ducha e ir embora.
Depois dele sair, fui tomar outro banho, me deitei e dormi gostosamente, relaxado, com aquela sensação deliciosa do cú aberto que só quem é passivo conhece rsrsrsrs…
Se você está em Curitiba ou próximo e quer provar o bundão desse ursão rabudo, mande mensagem e podemos marcar algo.
Espero que tenham gostado e gozado com mais esse relato

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Mamando o caminhoneiro na parada da BR 381

Ontem, quando voltava de SP com minha esposa e resolvemos parar em um restaurante pra esticar as pernas, ir ao banheiro e comer algo. Entrando no banheiro, estava quase vazio, exceto por um cara no mictório fazendo xixi que, prontamente olhou pra mim e me encarou de cima abaixo e fez um gesto que me deixou louco de tesão. Me chamou pra perto e me disse que seu pau estava duro e perguntou se eu queria ver. Nem respondi, me aproximei, olhei, vi que era uma pica enorme. Ele batia uma punheta, pegou minha mão e levou até o seu pau que pulsava irresistivelmente. Me puxou pro banheiro mais próximo, me empurrou pra dentro e me mandou abaixar e mamar a vontade que ele ia me dar leitinho na boquinha. Fiquei com medo de chegar alguém, lembrei que minha esposa me esperava lá fora, ele não quis nem saber, forçou minha cabeça e empurrou sua rola babada e enorme na minha boca e começou um vai e vem frenético. Não resisti e engoli aquele mastro e chupei aquela rola como uma puta selvagem. Não demorou e senti o gosto quente da sua porra inundando minha boca até a garganta. Era tanta que escorreu e caiu pelo chão. Engoli o que deu, ele me levantou e me deu um beijo, lambeu a porra que tinha escorrido pela minha barba e me mandou sair. Tinha uns dois caras que ficaram me olhando assustados. Rapidamente me lavei na pia e saí. Minha esposa me perguntou se estava tudo bem, pois eu demorei e estava vermelho. Só dei uma desculpa e fomos comer algo. Eu estava pegando fogo, ainda não acreditando no que tinha acontecido. Seguimos viagem, porém só penso em quando vou ter a mesma sorte que tive ontem.

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Espiei O Caminhoneiro No Banheiro

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O posto estava até vazio para o horário. Era um final de tarde avermelhado. Um frentista disse que eu poderia armar minha barraca entre os caminhões estacionados. Era comum fazerem isso. Tinha até um banheiro com uma estrutura legal para banho. Perfeito!
Antes de armar a ‘casinha móvel’ eu precisaria do banho. E de fato a estrutura do banheiro era mesmo legal. Cabines separadas, chuveiro arrumadinho. Tomei um banho digno para quem vive na estrada. Lavei o cabelo, perfumei o corpo. Eu estava novo, como dizem. Terminava de escovar meus dentes na pia do lado de fora das cabines quando o vi. Não digo seu nome por não saber mesmo. O referido abriu a cabine ainda nu após o banho e eu o flagrei pelo reflexo do espelho na minha frente.
Supus no momento que era um dos caminhoneiros. Abaixei o olhar, afinal não queria causar nenhum constrangimento, mas confesso que tive que espiar uma segunda vez. A primeira coisa a me chamar a atenção foi seu peitoral completamente coberto por pelos molhados, depois percebi sua estrutura corporal: era imenso, e não me refiro a altura. Seus músculos eram evidentes. Até demais. Era parrudo na medida certa. Seu tronco era grosso e forte, os ombros largos, firmes e absurdamente eretos. As coxas roçavam uma na outra de tão grossas. O pau mole repousava sobre seu saco volumoso. E tudo isso era coberto por pelos, ora espessos, ora suaves e lisinhos. O resquício de água do banho ainda resistia em seu corpo, deixando-o respingado. Eu suei frio.
Na minha espiada o vi me ignorar. Ele não estava dando a mínima para a minha presença. Caminhoneiros são acostumados com banheiros masculinos. Mas num segundo, num preciso segundo, seus olhos cruzaram os meus e eu fui flagrado na minha espiada. Novamente desviei o olhar num quase sorriso de vergonha. Agarrando-me ao risco olhei seu reflexo no espelho. Ele me observava, mas não com olhos amigáveis ou de curiosidade. Era um predador espreitando a presa. Ele apertava o olhar a medida que examinava o meu corpo. Eu tremia. Ele desceu a mão por seu próprio corpo, alisou sua virilha visivelmente molhada e segurou seu pau mole entre os dedos. Eu ainda o olhava pelo reflexo.
Era um chamado? Eu já estava quase duro. Não sei me segurar. Nunca soube!
Como se adivinhasse e respondesse meu pensamento ele afirmou com a cabeça. Era um sim que mais parecia um “vem aqui!”. E eu fui.
Sem demoras estavas de joelhos no chão molhado e com meu rosto na altura do seu pau. Ainda estava mole e era lindo. Do tipo mais gostoso: macio, cremoso, levemente grosso com um ar de rude e incrivelmente cheiroso. Mas antes eu queria outra coisa: passei minha língua com vontade em sua virilha quente. Desci a mesma e lambi seu saco. Num segundo tinha chupado suas bolas e seu pau endurecia acima do meu nariz. Quando ele pousou sua mão em meu cabelo ainda molhado, eu sabia o que queria. Abocanhei o membro. Dentro da boca o chupava com gosto. Ele estava endurecendo sobre minha língua. Rapidamente ele preenchia todo espaço vazio guardado por meus lábios. Eu já sentia seu gosto de macho. Forte, salgado, viril. Poderoso! Quando não mais podia comportá-lo ali, o tirei e lambia toda sua extremidade. Ele crescia mais. E mais. E a medida que crescia me permitia segurá-lo com mais vontade. Veias se mostravam entre meus dedos. Eu chupava apenas a cabeça, logo engolia o que podia, voltava a sugar a baba acumulada na pontinha. Eu estava louco por aquele pau. E ele louco por minha boca. Apertava meu queixo, forçando-me a fazer um leve bico, segura meus cabelos ao enfiar o pauzão em meus lábios, apertava minha nuca. E quando isso fazia, suspiros fortes saiam de seus lábios apertados. Eu estava pronto pra seguir adiante, por todo e qualquer caminho que ele quisesse me levar.
Ele ergueu meu corpo, fechou a porta atrás de nós e me encostou na parede. Apressadamente tirei minha roupa. Eu estava nu e completamente duro. Com a proximidade pude ver melhor seu corpo. De um bronzeado bonito, meio vermelho e queimado, o homem era quase um herói mitológico. Soa cafona, eu sei.
Finalmente ele me arrancou dos pensamentos quando me forçou a virar de costas. Minha barriga contra a parede fria e minhas costas contra seu corpo quente. Ele roçava em mim. O calor podia fazer derreter minha pele. Eu estava minimamente preocupado com isso. Seu pau perigosamente duro ameaçava invadir minhas nádegas enquanto ele beijava meu pescoço. Seus lábios chupavam minha pele enquanto ele soltava suspiros e gemidos baixos que mais pareciam o rosnar de algum animal. Eu novamente não me segurei.
Me come, por favor! – Eu pedi com a voz abafada, com o rosto contra a parede.
A resposta veio em forma de ordem.
Abra sua bunda pra mim! – Sua voz grossa e amedrontadora atravessou minha pele.
Num respirar pesado, como quem sabe o que vem a seguir, abri minhas nádegas como ele ordenara. Abri o que pude. Ele teria uma visão completa de mim naquele momento. Senti seus dedos babados, quase penetrantes. Eu tremi, acredite. Ele foi bonzinho: primeiro senti ele brincar de me assustar encostando a cabeça do seu pau. Anunciava que me invadiria e voltava atrás. Filho da puta! Até que ele penetrou. E quando assim o fez, não contive meu gemido, que claro, logo foi abafado por ele.
Calma… Calma… vou fundo, mas vou devagar.
E como prometido, cada centímetro era penetrado com calma. Não sei dizer se era pior ou melhor. Não tinha outro jeito se não aguentar a dor e ardência de sentir cada pedacinho entrar em mim. Ele ia fundo. Eu gemia mais alto em sua mão que me abafava. Ele sorria acima do meu ombro, enquanto me dava um beijinho cretinamente carinhoso na nuca.
Completamente dentro de mim, seu pau parecia dançar. Ele rebolava e abria caminho. Ainda era dor, mas misturado a isso tinha um tesão matador. Eu gemia, ele rebolava, eu empinava, ele dosava a força ao cravar seu pau em mim.
Eu vou tirar minha mão, mas você vai gemer beeeeem baixinho. E vai implorar por mais. Ouviu? Bem baixinho. – Era quase uma ameaça.
Ele tirou sua mão e eu o obedeci. Gemia baixo, entre os suspiros e o olhava por sobre meu ombro, implorando-o.
Me fode. Isso! Eu aguento, vai mais fundo. Mais!
E quanto mais eu pedia, mais ele dificultava meu controle ao me penetrar com mais força. Seu pau já ia tão fundo em mim que eu sentia os pelos da coxa e da barriga roçarem na pele da minha bunda. Seu saco batia e provocava o barulho típico que só triplicava o tesão. Ele ergueu minha perna, segurou minha coxa com um dos braços e me abriu ainda mais. As enfiadas eram quase violentas. Todo meu corpo sentia o impacto do seu. Molhados, estávamos escorregando um no outro. Por vezes, ainda na posição, ele me pressionava contra a parede e deixava seu pau lá dentro, pulsando louco. Eu o fazia gemer. Não, ainda o fazia rosnar. Ele estava adorando me foder.
Nem eu e nem ele aguentaríamos por mais tempo. Minha perna tremia quando ele anunciou que gozaria. Quando seu pau saiu de mim, naturalmente me senti vazio. Eu estava acostumado com aquilo tudo me ocupando. Ele me virou e ordenou que eu novamente ficasse de joelhos. Obedeci. Dessa vez encostado na parede, eu me masturbava enquanto ele enfiava seu pau entre meus lábios. Eu babava, de propósito, afim de deixar o membro totalmente molhado. Ele encorpou o gemido. Eu sabia o que vinha com isso. Primeiro um jato direto em minha garganta. Com o engasgo, tirei aquilo tudo da minha boca e o resto de sua porra foi esporrada em meus lábios. Ele gemia despreocupado com sua testa pressionado contra a parede. Seu corpo inteiro tremia. Eu gozei em seguida, aos gemidos e saboreando sua porra grossa, quente e forte. Não há no mundo nada mais gostoso que gozo do homem.
Sem forças, eu já havia sentado no chão. Não tinha estruturas pra nada. Antes que eu ainda saísse do meu êxtase, o vi cair em frente a mim, de joelhos cravados no chão molhado. O suor escorria por seu rosto, sorriso convincente nos lábios molhados e avermelhados, os olhos cor de mel me penetravam. Eu sorri e provei do suor salgado em seu queixo recém barbeado. Ele deixou e eu segui para sua boca. Estávamos nos beijando demoradamente no chão, provavelmente imundo, do banheiro de um posto qualquer. Ele segurava meu queixo com suas mãos firmes e seus dedos grossos. Era gostoso sentir carinho depois de um ato tão carnal. Era ainda mais gostoso ver um homem daquele porte, caído por minha causa. Ok, eu fui ao chão primeiro, mas ele também estava lá.
Ele parou o beijo. Me olhou sorrindo e disse, agora suavemente.
Perseu.
Caio. – Eu respondi.
E por um segundo eu quis ser sua Medusa.
Tomamos outro banho juntos. Tomamos cuidado para não sermos vistos ao sair do banheiro. Ele ria. Eu praticamente me escondia atrás de seu corpo enorme. Ele me pagou a janta ali mesmo ao lado do posto. Me obrigou a dormir com ele na apertada cabine do caminhão.
Transamos sem pudor. Ele gozou dentro de mim. Gozou outra vez em meu corpo. Gozou a cabine inteira. Eu passei horas cheirando seu peito farto de pelos grosso. No meio da madrugada, enquanto ríamos de histórias de ambos, transamos novamente. Vez ou outra ele segurava meu rosto e repetia meu nome, como se quisesse memorizar em meu rosto em algum espaço reservado de sua memória. Por outro lado estava dentro de mim e lá ficaria.