Espiei O Caminhoneiro No Banheiro

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O posto estava até vazio para o horário. Era um final de tarde avermelhado. Um frentista disse que eu poderia armar minha barraca entre os caminhões estacionados. Era comum fazerem isso. Tinha até um banheiro com uma estrutura legal para banho. Perfeito!
Antes de armar a ‘casinha móvel’ eu precisaria do banho. E de fato a estrutura do banheiro era mesmo legal. Cabines separadas, chuveiro arrumadinho. Tomei um banho digno para quem vive na estrada. Lavei o cabelo, perfumei o corpo. Eu estava novo, como dizem. Terminava de escovar meus dentes na pia do lado de fora das cabines quando o vi. Não digo seu nome por não saber mesmo. O referido abriu a cabine ainda nu após o banho e eu o flagrei pelo reflexo do espelho na minha frente.
Supus no momento que era um dos caminhoneiros. Abaixei o olhar, afinal não queria causar nenhum constrangimento, mas confesso que tive que espiar uma segunda vez. A primeira coisa a me chamar a atenção foi seu peitoral completamente coberto por pelos molhados, depois percebi sua estrutura corporal: era imenso, e não me refiro a altura. Seus músculos eram evidentes. Até demais. Era parrudo na medida certa. Seu tronco era grosso e forte, os ombros largos, firmes e absurdamente eretos. As coxas roçavam uma na outra de tão grossas. O pau mole repousava sobre seu saco volumoso. E tudo isso era coberto por pelos, ora espessos, ora suaves e lisinhos. O resquício de água do banho ainda resistia em seu corpo, deixando-o respingado. Eu suei frio.
Na minha espiada o vi me ignorar. Ele não estava dando a mínima para a minha presença. Caminhoneiros são acostumados com banheiros masculinos. Mas num segundo, num preciso segundo, seus olhos cruzaram os meus e eu fui flagrado na minha espiada. Novamente desviei o olhar num quase sorriso de vergonha. Agarrando-me ao risco olhei seu reflexo no espelho. Ele me observava, mas não com olhos amigáveis ou de curiosidade. Era um predador espreitando a presa. Ele apertava o olhar a medida que examinava o meu corpo. Eu tremia. Ele desceu a mão por seu próprio corpo, alisou sua virilha visivelmente molhada e segurou seu pau mole entre os dedos. Eu ainda o olhava pelo reflexo.
Era um chamado? Eu já estava quase duro. Não sei me segurar. Nunca soube!
Como se adivinhasse e respondesse meu pensamento ele afirmou com a cabeça. Era um sim que mais parecia um “vem aqui!”. E eu fui.
Sem demoras estavas de joelhos no chão molhado e com meu rosto na altura do seu pau. Ainda estava mole e era lindo. Do tipo mais gostoso: macio, cremoso, levemente grosso com um ar de rude e incrivelmente cheiroso. Mas antes eu queria outra coisa: passei minha língua com vontade em sua virilha quente. Desci a mesma e lambi seu saco. Num segundo tinha chupado suas bolas e seu pau endurecia acima do meu nariz. Quando ele pousou sua mão em meu cabelo ainda molhado, eu sabia o que queria. Abocanhei o membro. Dentro da boca o chupava com gosto. Ele estava endurecendo sobre minha língua. Rapidamente ele preenchia todo espaço vazio guardado por meus lábios. Eu já sentia seu gosto de macho. Forte, salgado, viril. Poderoso! Quando não mais podia comportá-lo ali, o tirei e lambia toda sua extremidade. Ele crescia mais. E mais. E a medida que crescia me permitia segurá-lo com mais vontade. Veias se mostravam entre meus dedos. Eu chupava apenas a cabeça, logo engolia o que podia, voltava a sugar a baba acumulada na pontinha. Eu estava louco por aquele pau. E ele louco por minha boca. Apertava meu queixo, forçando-me a fazer um leve bico, segura meus cabelos ao enfiar o pauzão em meus lábios, apertava minha nuca. E quando isso fazia, suspiros fortes saiam de seus lábios apertados. Eu estava pronto pra seguir adiante, por todo e qualquer caminho que ele quisesse me levar.
Ele ergueu meu corpo, fechou a porta atrás de nós e me encostou na parede. Apressadamente tirei minha roupa. Eu estava nu e completamente duro. Com a proximidade pude ver melhor seu corpo. De um bronzeado bonito, meio vermelho e queimado, o homem era quase um herói mitológico. Soa cafona, eu sei.
Finalmente ele me arrancou dos pensamentos quando me forçou a virar de costas. Minha barriga contra a parede fria e minhas costas contra seu corpo quente. Ele roçava em mim. O calor podia fazer derreter minha pele. Eu estava minimamente preocupado com isso. Seu pau perigosamente duro ameaçava invadir minhas nádegas enquanto ele beijava meu pescoço. Seus lábios chupavam minha pele enquanto ele soltava suspiros e gemidos baixos que mais pareciam o rosnar de algum animal. Eu novamente não me segurei.
Me come, por favor! – Eu pedi com a voz abafada, com o rosto contra a parede.
A resposta veio em forma de ordem.
Abra sua bunda pra mim! – Sua voz grossa e amedrontadora atravessou minha pele.
Num respirar pesado, como quem sabe o que vem a seguir, abri minhas nádegas como ele ordenara. Abri o que pude. Ele teria uma visão completa de mim naquele momento. Senti seus dedos babados, quase penetrantes. Eu tremi, acredite. Ele foi bonzinho: primeiro senti ele brincar de me assustar encostando a cabeça do seu pau. Anunciava que me invadiria e voltava atrás. Filho da puta! Até que ele penetrou. E quando assim o fez, não contive meu gemido, que claro, logo foi abafado por ele.
Calma… Calma… vou fundo, mas vou devagar.
E como prometido, cada centímetro era penetrado com calma. Não sei dizer se era pior ou melhor. Não tinha outro jeito se não aguentar a dor e ardência de sentir cada pedacinho entrar em mim. Ele ia fundo. Eu gemia mais alto em sua mão que me abafava. Ele sorria acima do meu ombro, enquanto me dava um beijinho cretinamente carinhoso na nuca.
Completamente dentro de mim, seu pau parecia dançar. Ele rebolava e abria caminho. Ainda era dor, mas misturado a isso tinha um tesão matador. Eu gemia, ele rebolava, eu empinava, ele dosava a força ao cravar seu pau em mim.
Eu vou tirar minha mão, mas você vai gemer beeeeem baixinho. E vai implorar por mais. Ouviu? Bem baixinho. – Era quase uma ameaça.
Ele tirou sua mão e eu o obedeci. Gemia baixo, entre os suspiros e o olhava por sobre meu ombro, implorando-o.
Me fode. Isso! Eu aguento, vai mais fundo. Mais!
E quanto mais eu pedia, mais ele dificultava meu controle ao me penetrar com mais força. Seu pau já ia tão fundo em mim que eu sentia os pelos da coxa e da barriga roçarem na pele da minha bunda. Seu saco batia e provocava o barulho típico que só triplicava o tesão. Ele ergueu minha perna, segurou minha coxa com um dos braços e me abriu ainda mais. As enfiadas eram quase violentas. Todo meu corpo sentia o impacto do seu. Molhados, estávamos escorregando um no outro. Por vezes, ainda na posição, ele me pressionava contra a parede e deixava seu pau lá dentro, pulsando louco. Eu o fazia gemer. Não, ainda o fazia rosnar. Ele estava adorando me foder.
Nem eu e nem ele aguentaríamos por mais tempo. Minha perna tremia quando ele anunciou que gozaria. Quando seu pau saiu de mim, naturalmente me senti vazio. Eu estava acostumado com aquilo tudo me ocupando. Ele me virou e ordenou que eu novamente ficasse de joelhos. Obedeci. Dessa vez encostado na parede, eu me masturbava enquanto ele enfiava seu pau entre meus lábios. Eu babava, de propósito, afim de deixar o membro totalmente molhado. Ele encorpou o gemido. Eu sabia o que vinha com isso. Primeiro um jato direto em minha garganta. Com o engasgo, tirei aquilo tudo da minha boca e o resto de sua porra foi esporrada em meus lábios. Ele gemia despreocupado com sua testa pressionado contra a parede. Seu corpo inteiro tremia. Eu gozei em seguida, aos gemidos e saboreando sua porra grossa, quente e forte. Não há no mundo nada mais gostoso que gozo do homem.
Sem forças, eu já havia sentado no chão. Não tinha estruturas pra nada. Antes que eu ainda saísse do meu êxtase, o vi cair em frente a mim, de joelhos cravados no chão molhado. O suor escorria por seu rosto, sorriso convincente nos lábios molhados e avermelhados, os olhos cor de mel me penetravam. Eu sorri e provei do suor salgado em seu queixo recém barbeado. Ele deixou e eu segui para sua boca. Estávamos nos beijando demoradamente no chão, provavelmente imundo, do banheiro de um posto qualquer. Ele segurava meu queixo com suas mãos firmes e seus dedos grossos. Era gostoso sentir carinho depois de um ato tão carnal. Era ainda mais gostoso ver um homem daquele porte, caído por minha causa. Ok, eu fui ao chão primeiro, mas ele também estava lá.
Ele parou o beijo. Me olhou sorrindo e disse, agora suavemente.
Perseu.
Caio. – Eu respondi.
E por um segundo eu quis ser sua Medusa.
Tomamos outro banho juntos. Tomamos cuidado para não sermos vistos ao sair do banheiro. Ele ria. Eu praticamente me escondia atrás de seu corpo enorme. Ele me pagou a janta ali mesmo ao lado do posto. Me obrigou a dormir com ele na apertada cabine do caminhão.
Transamos sem pudor. Ele gozou dentro de mim. Gozou outra vez em meu corpo. Gozou a cabine inteira. Eu passei horas cheirando seu peito farto de pelos grosso. No meio da madrugada, enquanto ríamos de histórias de ambos, transamos novamente. Vez ou outra ele segurava meu rosto e repetia meu nome, como se quisesse memorizar em meu rosto em algum espaço reservado de sua memória. Por outro lado estava dentro de mim e lá ficaria.

Trepando com o caminhoneiro casado

Estacionei o meu carro em um posto de combustível para comprar cigarros na lanchonete. Após efetuar a compra, entrei no carro e passei por um caminhão. Dentro dele, vi um morenaço forte, gostoso… Olhei, mas ele nem deu confiança. Foi então que eu decidi que aquele homem seria meu.

Passei várias vezes ao lado do caminhão e o caminhoneiro tesudo não me notava. Ele estava mexendo no celular, sem camisa e com uma toalha no colo. Pelo horário, o posto já havia fechado e ele continuava lá. Parei ao lado do caminhão e iniciei uma conversa.

Perguntei se ele estava esperando para carregar na usina, pois em minha cidade tem uma usina de álcool. Ele afirmou meio cabisbaixo que sim, mas que iria demorar, pois o álcool não estava liberado. Resolvi fazer companhia para ele e ficamos conversando.

Desci do carro com a justificativa de que não estava escutando ele direito – um truque, né? E fui ver de perto todo aquele monumento. Ele é um moreno alto, mais ou menos 1,90m, 83kg, cabelos rapados, olhos verdes, pernas bem fartas… Eu enlouqueci e pensei: Não vou sair daqui enquanto não catar esse homem.

Em dado momento, perguntei por qual motivo ele estava com aquela toalha, se estava nu ou de cueca. E ele respondeu que estava de cueca. Enlouqueci ainda mais. Disse que ele era muito atraente e que o meu fraco era morenos. Ele sorriu, agradeceu, mas disse que “daquela cartola não saía coelho”. Fiquei meio cabisbaixo, pois percebi que a batalha seria difícil.

Mas ele foi se abrindo cada vez mais. Disse que era casado, que tinha um filho, 38 anos e afirmou que se chamava João. Pedi para ele tirar a toalha do colo, mas ele disse que não. Insisti mais um pouco e ele tirou. O corpo era um espetáculo, um monumento que eu nunca havia visto.

Como sou abusado, pedi para dar uma pegada no pau. Ele disse que novamente que não, que nunca havia traído a esposa. Já passava das 2h da manhã e eu, já louco de tesão, pedi para chupar o pau dele. Ele novamente disse que não. Então, dei a minha cartada final: “Deixa eu colocar o seu pau na minha boca para você só sentir o calor dela. Não vou mexer a boca por nada. É só colocar o pau nela e ficar parado”. Eu sabia que, com o pau na minha boca, o pau dele ficaria duro e excitado.

Insisti, insisti, insisti, até que ele cedeu. Tirou o pau para fora mole, que dava uns 15 cm de vara, e eu fiz exatamente como disse. Coloquei o pau na boca e não mexi. Resultado: aconteceu exatamente o que pensava. O pau dele começou a ficar duro e ele mesmo começou a mexer com movimentos bem lentos, e depois começou a bombar a minha boca.

O pau dele tinha mais ou menos uns 22 cm. Fiquei louco com aquela vara. Ele tirou o pau da minha boca e disse: “Entra aqui dentro agora que vou arrombar o seu cuzinho”. Sem pensar duas vezes, obedeci. Era um puta de um caminhão, que dava para ficar em pé dentro dele. Fui tirando a minha bermuda, coloquei a camisinha no pau dele, passei gel lubrificante na porta do meu cuzinho, no pau dele e me abri todo.

Foi num movimento único que ele colocou tudo pra dentro. Putzzzzz!!! O que era aquilo? Eu estava louco de tesão. Era 3h30 da madrugada e eu estava de quatro dentro de um caminhão recebendo rola com um cara pauzudo. Ele estava me arrombando e estava com sede de cu.

Ele comeu, comeu, comeu, socou, bombou, me tratou como um puto. Depois de uns 40 minutos, pediu para eu ficar de frango assado. Fiquei e ele continuou mandando o mastro para dentro. Ele não aguentou mais e disse que iria gozar. Ele gozou com tanto prazer, gemeu tanto, que eu pensei que ele não gozava há muito tempo. Foi uma explosão sentir aquela porra quentinha.

Ele colocou a roupa e disse para mim: “Cara, você é um herói, pois nunca um viado conseguiu dar para mim. Até dinheiro já me ofereceram, mas eu nunca pensei nisso”. Eu fiquei orgulho de mim, mas depois disso ele não quis trocar fone, pois disse que aquilo nunca mais aconteceria. Moral da história: não existe macho difícil, existe viado que não tem lábia.

Chupando o caminhoneiro

Olá. Tudo bem ? Sou Diego e vou contar o que aconteceu de gostoso semana passada comigo . Recebi uma mensagem de um caminhoneiro dizendo que estava em tal lugar , ele conseguiu meu contato pq deixei na porta de um banheiro próximo minha cidade kkkk. Esses machos viajantes estão pouco pra gozar e fuder um cu pelas estradas .
Boa tarde .
Eu: Boa tarde tudo bem ?
Eu já saquei o que era pelo ddd ser de longe .

Ele: então você gosta de mamar uma pica ?
Eu: sim você está afim ?
Ele: pau tá durão aqui esperando vc .
Mas eu estava no trabalho e não conseguiria aquela hora .
Eu: só posso às 17:00hs pode ser ?
Ele: pode sim vou dormir aqui hoje e to louco pra gozar ,manda uma foto sua pra mim .
Eu enviei do meu cusinho lisinho e ele ficou louco .
Conversamos putaria por um bom tempo .
Sai do trampo e disse:
Estou indo,vc está parado onde ?

Ele : estou no final do pátio em um caminhão container branco .
Deu 17:20 eu estava lá . Claro que eu não fui no escuro ne kkkk.
Antes eu tinha pedido uma foto dele e ele me enviou com visualização única , um moreno claro com cara de 40 anos .
Cheguei no pátio e falei pra ele abrir a porta pra mim ter certeza que era ele . Ele abriu e eu fui até o caminhão e subi a escada . Quando subi ele já estava só de cueca com pau super duro de lado .
Eu: blz
Ele: blz cara to no maior tezao aqui esperando vc .
Eu: então tira essa pica pra fora pra mim mamar ela.
Ele: tira roupa pra ficar mais à vontade.
Fiquei pelado e ele também .
Pulamos pra traz do caminhão que tinha uma cama .ele deitou e já vai de boca no seu pau , pau limpinho e cheiroso . Chupei todo ele é comecei a lamber as bolas . Ele gemia e falava que precisava de um viadinho assim pra mamar ele na estrada sempre .
Ele aparentemente tinha cara de 35 no máximo ,moreno claro com poucos pelos no peito ,pau uns 17 cm meio grosso . Chupava muito seu cacete e ele gemia ,lambia seu saco e fui subindo até o peito dele ,mamei os mamilos e até a axilas daquele macho gostoso .
Ele se levantou e abriu as pernas ,fiquei em baixo igual um cachorro quando quer mamar na cadela . Ele esfregava o pau na minha cara ,começou a meter na minha boca até eu engasgar ,fui tirar ele me deu um tapa na cara e falou : não tira boca não porra ,mama seu macho,não é de pica que vc gosta então faz direitinho. Tesao foi a mil ele me chingando e eu mamava mais e mais . Chupava o saco e o pau mas percebia que ele abaixava pra mim ir em direção do seu cusinho , coloquei o dedo e ele não disse nada ,fui chupando mais o saco e subindo em direção do seu cusinho . Na verdade eu não curto muito chupar cu mas o tesao era tanto que vai de boca no seu cusinho ,tava limpinho e com pelos . Deixei ouvidinho todo molhadinho e ele esfregava na minha cara ,tava muito bom eu lambendo o cusinho e pegando na sua pica . Ele se virou e colocou o pau na minha boca imprensado na lateral do caminhão ,em uma posição que eu não conseguia sair . Ele metia não minha boca forte e a baba caia pelo meu queixo , eu engasgava mas o tesao era uma loucura . Ele disse : vou gozar na sua guela todinha .

Ele forçou mais e transpirava muito ,senti a fala escorrendo pela minha garganta . Aproveitei e gozei junto com aquele macho . Chupei até ficar mole o seu pau . Trocamos de roupa e conversamos um pouco ,disse que quando voltasse ia me chamar . Estou esperando ele me chamar .

Caminhoneiro do Tinder

Sempre curti coroas e de uns tempos para cá, busco algo mais no sigilo e discrição, nada melhor que um coroa casado metido a “hétero”, então resolvi fazer um perfil no tinder, se bem que os casados não vão estar lá (pelo menos era o que eu pensava). Fiz um perfil “fake” mas na legenda eu especificava bem o que eu realmente era e o que eu queria, então quem curtisse lá, saberia no que estava se envolvendo, depois de alguns dias com o perfil criado eu dei Match com o nome de perfil “caminhoneiro “ (o que eu adoro é caminhoneiro, se for coroa então aí eu me acabo) começamos um papo eu deixei bem claro que eu era homem e ele alegou que curtia umas aventuras com outros caras também, fomos para o WhatsApp trocamos fotos, para nos conhecermos melhor, ele me mandou uma foto comum dele, quando eu vi apaixonei Rsrsr, vou chamá-lo por um nome fictício de João, ele é branco por volta de 1.77 de altura uns 85kg cabelo baixo, castanho claro com fios grisalhos, barba por fazer e olhos verdes…
Eu demonstrei muito interesse e logo trocamos nudes, João gostou da foto da minha raba e eu adorei a foto que ele me enviou, ele deitado na boleia com o pau duro, depois de conversarmos muita putaria ele me disse que estava de passagem na cidade e que voltava na semana seguinte e que podíamos marcar de não conhecermos, eu logo já concordei e disse que seria uma boa ideia… Uma semana depois João me mandou msg e disse que estaria chegando em minha cidade no fim de tarde e perguntou se eu poderia ir buscar ele no posto para gente ir para um motel, eu prontamente concordei e combinamos de as 20:00 estar lá, eu faço faculdade, nesse dia eu fiz questão de matar aula só pra conhecer esse macho delicioso. Como combinado cheguei lá às 20:00 e mandei msg para ele, ele falou o local do posto que estava me esperando e fui até lá.
Chegando ele entrou no carro, e sempre rola aquele frio na barriga né, do cara não ser o que vc espera ou ser diferente das fotos e assim deve ter sido pra ele tbm, mas quando ele entrou ele era mais bonito pessoalmente, um coroa muito bonito e educado. O posto que eu fui até ele fica meio afastado da cidade, fiz o retorno para a cidade e fui em um motel bem próximo a saída e um dos mais discretos que conheço.
Entramos no motel ele já foi tirando a roupa e deitou na cama de pau meia a bomba, tbm tirei a minha e sem perder tempo já abocanhei a rola daquele macho, Fiz ela ficar trincando na minha boca numa mamada gostosa que fazia ele revirar os olhos e eu aproveitando cada centímetro daquela pica, Ela tinha por volta de uns 18cm meio grossa branca da cabeça vermelha. Eu mamava aquela pica, lambia o saco ele dava uns gemido de tesão, segurou meus cabelos e fez um movimento de vai e vem com a minha cabeça, mandou eu olhar nos olhos dele e falou que hj eu ia ser a mulherzinha dele, quando ele disse isso eu fiquei com mais tesão do que eu já estava pq adoro ser feita de puta, ele tirava o pau da minha boca e batia na minha cara e falava que ia fuder meu cuzinho gostoso. Depois de alguns minutos, ele levantou mandou eu ficar de 4 e empinar o rabo, fiz o que ele pediu ele veio e meteu a língua no meu cuzinho, Entre uma chupada e outra no cuzinho ele dava uns tapas na minha bunda, eu gemia de tesão, passou um tempo ele pegou a camisinha encapou o pau deitou na cama e falou “vem sentar no seu macho”, eu bem obediente fui, lubrifiquei o pau e o cuzinho e sentei devagar pq ele disse que queria sentir o cacete entrar pelo anelzinho, sentei bem devagar, até o talo quando eu senti que entrou tudo fiquei por volta de 1min para o cuzinho acostumar com a pica, depois disso, sentei gostoso quicava na rola desse coroa, ele gemia de tesão e falava que eu ia ser a amante dele nessa cidade, e toda vez que ele estivesse lá era pra eu ir correndo dar pra ele, ele segurou na minha cintura e olhou bem nos meus olhos e começou a socar, Perguntou se eu era a putinha safada dele eu respondi gemendo que sim Ele levantou mandou eu ficar de 4 na cama e veio por trás e socou sem dó no meu cuzinho, o João parecia estar sedento por um cuzinho, com uma mão segurava a cintura e a outra puxava meu cabelo e falava muita putaria pra mim, em seguida ele me puxou para frente do espelho, e começou a me fuder em pé e mandou eu olhar no espelho e ver o meu macho me fuder, nessa socada alucinante ele não aguentou e avisou que ia gozar, ele acelerou o movimento e comecei a me punhetar para nós gozarmos juntos e não deu outra quando ele gozou eu gozei tbm apertando seu pau com o meu cuzinho, Tomamos um banho juntos, Voltamos no posto e combinamos de quando ele voltar a gente ter outra transa igual ou melhor que essa.

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